terça-feira, 31 de agosto de 2010

Sertanejo homem perseverante

(Autor Desconhecido)

Apesar dos grandes estiagens, onde a terra ressecada, e visivelmente carente de chuvas nos  mostra um cenário de tristeza e dor, onde tudo em volta parece um deserto sem vida, sem perspectiva de uma mudança, do caos que se instala, pelo vermelhidão das vegetações, ficando verde só: Xique – xiques; Mandacarus; Catingueiras, etc e um calor sufocante; a falta de água potável, e de uso, do cotidiano, tende que se deslocar, grandes distancias, para buscar-la e se tiver (houver) criação de: Bois, bodes, cabras, galinhas; fica mais difícil, e as vezes vê; estas criações morrendo pela: fome e sede .
Ainda que, tudo pareça perdido, o nordestino sertanejo diz: não deixo o meu torrão! Não saio do meu lugar, para lugar nenhum; nasci aqui e daqui para o cemitério; homem forte, e de persistência e de fortes esperanças, mesmo que; pela falta de trabalho, vê seus filhos partirem um-a-um, em busca de melhores, condições de sobrevivência, seja para o corte da cana; ou trabalhar em outros estados e trazerem, ou mandarem dinheiro, para sua família, ate que passe a seca; depois volta de novo.
Mesmo nas dificuldades, este porte tem sua própria cultura, como: folclore, pastoril, reisado artesanato, vaquejada, cavalgada etc. Tem também seu modo próprio de falar, de se comunicar de vê o mundo com sua fé e crenças.

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